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Estudo científico comprova a eficiência do Algon para manter plantas fisiologicamente ativas por mais tempo

Com o crescente aumento da produtividade na cultura da soja, cada vez mais se procura estudar a fisiologia da cultura, para em si, entender quais são as alternativas de manejo que proporcionem manter a planta fisiologicamente ativa por mais tempo, com isso, explorar seu metabolismo para suportar desgastes ambientais para que no final do seu ciclo, a planta tenha aproveitado o máximo de recursos para conversão em grãos.

Objetivo

Estudo realizado pelo professor e pesquisador Gustavo Pazzetti, na Faculdade de Agronomia na Universidade de Rio Verde, interior de Goiás, com o produto ALGON buscou entender como a planta funciona com sua adoção no manejo e o que ela prioriza para garantir seu pleno funcionamento.

Tecnologia Algon® – plantas fisiologicamente ativas por mais tempo

O resultado desse estudo mostrou que o produto Algon foi capaz de manter as plantas fisiologicamente ativas por mais tempo e com capacidade de menos desgaste diante de estresses, além de maior oportunidade para transformar água, luz e nutrientes naquilo que interessa, o grão.