Sinalizador Fisiológico

KrillSet

Fertilizante foliar com Carbon Dots 1 e 3, desenvolvido para a produtividade dos citros.

Feito para citros

Atua em mecanismos primordiais para a produtividade dos citros

Dois Carbon Dots

Carbon Dot 1 e Carbon Dot 3 na mesma fórmula, aplicada na folha

Pré-florescimento

De 3 a 5 aplicações de 100 mL/ha, a primeira antes da florada

Embalagem do KrillSet

Descrição do Produto

❯O que é o KrillSet

O KrillSet é um fertilizante organomineral classe A para aplicação foliar, feito para os citros. A fórmula junta o Carbon Dot 1 e o Carbon Dot 3, obtidos pela tecnologia KrillA32 a partir de fontes de carbono de alta pureza, com nitrogênio, fósforo e zinco solúveis em água e 11% de carbono orgânico total. Atua em mecanismos primordiais para promover maior produtividade no cultivo de citros.

❯Dois Carbon Dots na mesma fórmula

Carbon Dots são nanoestruturas de carbono. A tecnologia KrillA32 usa engenharia de superfície para construir essas partículas, e cada produto da Krilltech combina um ou mais Carbon Dots conforme a cultura. No KrillSet vão o Carbon Dot 1 e o Carbon Dot 3, cada um em suspensão aquosa de 200 g/L. Contém tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida.

Carbon Dots da tecnologia Krilltech
Carbon Dot 1 e Carbon Dot 3, da tecnologia KrillA32 (representação gráfica da Krilltech).

❯Programa no pomar

São de 3 a 5 aplicações de 100 mL/ha no ciclo. A primeira vai no pré-florescimento e as seguintes a cada 30 dias.

❯Composição

Na fórmula vão água, ureia, sulfato de magnésio, ácido cítrico, fosfato monoamônico, sulfato de zinco e os Carbon Dots 1 e 3. Não há hormônio, aminoácido nem extrato de algas.

❯Atributos e benefícios

AtributosBenefícios
Carbon Dot 1 + Carbon Dot 3
  • Combinação desenvolvida para os citros
  • Atua em mecanismos primordiais para promover maior produtividade no pomar
6% de N, 1% de P2O5 e 0,10% de Zn solúveis em água, com 11% de carbono orgânico total
  • Nutrientes e carbono na mesma aplicação foliar
Entrada pela folha
  • Absorvido pelos estômatos, poros e fissuras e distribuído pela planta
Programa a partir do pré-florescimento
  • De 3 a 5 aplicações de 100 mL/ha, a cada 30 dias

❯Ficha técnica

ItemInformação
ClassificaçãoFertilizante organomineral classe A para aplicação via foliar
Registro MAPADF 000578-9.000006
Vias de aplicaçãoFoliar
Densidade1,20 g/mL (20 °C)
Natureza físicaFluido em suspensão
TecnologiaCarbon Dot 1 e Carbon Dot 3, tecnologia KrillA32. Tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, patente requerida.
ArmazenamentoProteja a embalagem e conserve em local seco, fresco e protegido da luz solar. Evite guardar a embalagem aberta.
Garantia% p/pg/L
Nitrogênio (N) solúvel em água672
Carbono orgânico total (COT)11132
Fósforo (P2O5) solúvel em água112
Zinco (Zn) solúvel em água0,101,2

Composição: água, ureia, sulfato de magnésio, ácido cítrico, fosfato monoamônico (MAP), sulfato de zinco, Carbon Dot 1 (200 g/L em suspensão aquosa) e Carbon Dot 3 (200 g/L em suspensão aquosa). Maior relação soluto/solvente: 1,0 mL/L. Não se enquadra na portaria de transporte de produtos perigosos.

KrillSet · Fertilizante organomineral classe A para aplicação via foliar · Registro MAPA nº DF 000578-9.000006. Leia o rótulo antes de usar, use equipamento de proteção individual (EPI) e não reutilize a embalagem. Siga a recomendação de um engenheiro agrônomo.

Benefícios

Citros

Atua em mecanismos primordiais para promover maior produtividade no cultivo.

Carbon Dots

O 1 e o 3, obtidos pela tecnologia exclusiva KrillA32 a partir de fontes de carbono de alta pureza.

Garantias

6% de N, 1% de P2O5 e 0,10% de Zn solúveis em água, mais 11% de carbono orgânico total.

Pré-florada

De 3 a 5 aplicações de 100 mL/ha, a primeira no pré-florescimento e as demais a cada 30 dias.

Pesquisa

Tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida.

Modo de Ação

Do posicionamento no pomar à resposta da planta, o modo de ação do KrillSet passa por duas etapas: mecanismos bioquímicos e mecanismos fisiológicos.

❯Modo de ação do KrillSet

Mecanismos descritos pela Krilltech com base em sua pesquisa (folheto KrillSet v05).

Posicionamento do produto

Aplicação do KrillSet via foliar em citros: 100 mL/ha, de 3 a 5 aplicações.

1ª aplicação no pré-florescimento ou na pós-indução floral. Repetir a cada 30 dias.

Ilustração: Posicionamento do produto
Fenologia dos citros, da gema dormente ao fruto. Ilustração esquemática, fora de escala.

* 5 aplicações para efeitos a longo prazo: preparo da próxima safra, com melhor acúmulo de açúcares e formação de reserva.

* Efeitos prolongados de controle do estresse oxidativo.

Modo de ação do produto

Após aplicado, o produto é absorvido via estômatos, poros e fissuras das folhas, translocando-se rapidamente por toda a planta. Nesse momento, inicia-se a sinalização de mecanismos bioquímicos e fisiológicos.

Ilustração: Modo de ação do produto
Carbon Dots 1 e 3 entrando pela folha. Ilustração esquemática, fora de escala.
01Mecanismos bioquímicos (etapa 1)
1.1Proteção

Atua na proteção do sistema fotossintético das plantas.

Ilustração: Proteção
Cloroplasto, onde ocorre a fotossíntese. Ilustração esquemática, fora de escala.
1.2Atuação na fotossíntese

O KrillSet ativa a Rubisco nas folhas, enzima responsável pela fixação de carbono durante a fotossíntese, e consequentemente promove o aumento da produção e da translocação de açúcares.

Ilustração: Atuação na fotossíntese
Rubisco, enzima da fixação de carbono. Ilustração esquemática, fora de escala.
1.3Imunoproteção de plantas

Promove a ativação das enzimas antioxidantes responsáveis pela eliminação de radicais livres gerados por estresses ambientais.

Ilustração: Imunoproteção de plantas
Estresses ambientais (abióticos). Ilustração esquemática, fora de escala.
02Mecanismos fisiológicos (etapa 2)
2.1Mais açúcares e carboidratos

Ocorre o aumento dos níveis de açúcares e carboidratos, favorecendo a emissão de novas folhas, ramos, flores e frutos.

Ilustração: Mais açúcares e carboidratos
Ilustração esquemática, fora de escala.
2.2Componentes de produção

Ocorre a melhoria dos componentes de produção da cultura e o aumento do pegamento de estruturas reprodutivas (flores e chumbinhos).

Ilustração: Componentes de produção
Ilustração esquemática, fora de escala.

Mecanismos descritos pela Krilltech com base em sua pesquisa (folheto KrillSet v05).

❯Programa de uso

O programa começa no pré-florescimento e segue com uma aplicação de 100 mL/ha a cada 30 dias, de 3 a 5 no ciclo.

1ª aplicação

Pré-florescimento

2ª aplicação

30 dias após a 1ª

3ª aplicação

30 dias após a 2ª

4ª e 5ª aplicações

A cada 30 dias, quando o programa tiver 4 ou 5 aplicações

Sinalizadores fisiológicos Krilltech

Recomendações de uso

CulturaDoseMomento de aplicaçãoNº de aplicações
Citros100 mL/ha1ª no pré-florescimento ou na pós-indução floral; demais a cada 30 dias3 a 5

Via: Aplicação foliar. Agite antes de usar e misture bem na calda de aplicação. Use equipamento de proteção individual (EPI).

5 aplicações para efeitos a longo prazo: preparo da próxima safra, com melhor acúmulo de açúcares e formação de reserva, e efeitos prolongados de controle do estresse oxidativo.

Recomendações técnicas da Krilltech (folheto KrillSet v05). Consulte um engenheiro agrônomo e leia o rótulo antes de usar.

Depoimentos de Agricultores

Em breve, vídeos de produtores que usam o KrillSet.

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Krilltech
KrillMax

Sinalizadores Fisiológicos

KrillMax

250 mL, 1 L

Milho e sorgo
Via foliar
Uma aplicação em V3
Saiba mais
Krilltech
KrillBloom

Sinalizadores Fisiológicos

KrillBloom

1 L, 5 L

Algodão
Via foliar
3 a 4 aplicações
Saiba mais
Krilltech
KrillGrowth

Sinalizadores Fisiológicos

KrillGrowth

1 L, 5 L

Cana-de-açúcar
Via solo
Plantio ou soqueira
Saiba mais
Sinalizador Fisiológico

KrillMax

Fertilizante organomineral foliar com Carbon Dots 1 e 2 para milho e sorgo, em uma aplicação de 75 mL/ha em V3.

Produtividade

Atua em mecanismos primordiais para mais produtividade no milho e sorgo

Dois Carbon Dots

Carbon Dots 1 e 2 na mesma fórmula, obtidas pela tecnologia KrillA32

Uma aplicação

Uma única entrada na lavoura, no estádio V3 do milho e do sorgo

Embalagem do KrillMax

Descrição do Produto

❯O que é o KrillMax

O KrillMax é um fertilizante organomineral classe A para aplicação foliar no milho e no sorgo. Leva as Carbon Dots 1 e 2, com carbono orgânico, nitrogênio, boro e zinco solúveis em água. Vai uma vez só, em V3, na dose de 75 mL/ha.

❯Tecnologia KrillA32

As Carbon Dots são nanopartículas de carbono obtidas pela tecnologia KrillA32, que converte fontes de carbono de alta pureza. Cada produto da Krilltech combina Carbon Dots diferentes; no KrillMax, a 1 e a 2. O produto contém tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida. Não é hormônio, aminoácido nem extrato de algas.

Carbon Dots da tecnologia Krilltech
Carbon Dot 1 e Carbon Dot 2, da tecnologia KrillA32 (representação gráfica da Krilltech).

❯O que os ensaios mostram

Em milho safrinha, o KrillMax foi testado em ensaios de pesquisa contra testemunha sem aplicação. Em dois deles, ambos em Diamantino (MT), na safrinha de 2024, a produtividade foi 21,9 e 23,2 sc/ha maior, com diferença estatística. Nos demais, o ganho foi menor ou sem diferença estatística. Em Rio Verde (GO) e Riachão das Neves (BA), a massa de mil grãos foi maior com o produto, mas a produtividade não teve diferença.

❯Atributos e benefícios

AtributosBenefícios
Carbon Dots 1 e 2 (KrillA32)
  • Atua em mecanismos primordiais para promover maior produtividade no milho e no sorgo
  • Produtividade 15% a 16% maior que a testemunha em dois ensaios de milho safrinha em Diamantino (MT), com diferença estatística; nos demais ensaios, ganho menor ou sem diferença
Massa de mil grãos
  • Massa de mil grãos 11,4% maior em Rio Verde (GO) e 6,8% maior em Riachão das Neves (BA), em ensaios em que a produtividade não teve diferença; em outros dois ensaios, sem diferença
Nitrogênio, boro, zinco e carbono orgânico
  • Nutrientes solúveis em água na mesma fórmula das Carbon Dots
Uma aplicação em V3
  • Uma única entrada na lavoura, no começo do ciclo

❯Ficha técnica

ItemInformação
ClassificaçãoFertilizante organomineral classe A para aplicação via foliar
Registro MAPADF 000578-9.000005
Vias de aplicaçãoFoliar
Densidade1,20 g/mL (20 °C)
Natureza físicaFluido em suspensão
TecnologiaKrillA32: Carbon Dot 1 e Carbon Dot 2
Prazo de validade24 meses a partir da data de fabricação
ArmazenamentoProteger a embalagem e conservar em local seco, fresco e protegido da luz solar. Evite guardar a embalagem aberta.
Garantia% p/pg/L
Carbono orgânico total10%120 g/L
Nitrogênio (N) solúvel em água4,5%54 g/L
Boro (B) solúvel em água0,8%9,6 g/L
Zinco (Zn) solúvel em água0,1%1,2 g/L

Composição: água, ureia, sulfato de zinco, ácido cítrico, ácido bórico, Carbon Dot 1 (80 g/L em suspensão aquosa) e Carbon Dot 2 (320 g/L em suspensão aquosa).

KrillMax · Fertilizante organomineral classe A para aplicação via foliar · Registro MAPA nº DF 000578-9.000005. Leia o rótulo antes de usar, use equipamento de proteção individual (EPI) e não reutilize a embalagem. Siga a recomendação de um engenheiro agrônomo.

Benefícios

KrillA32

Fontes de carbono de alta pureza convertidas em Carbon Dots para uso foliar.

Produtividade

Atua em mecanismos primordiais para promover maior produtividade no milho e no sorgo.

Uma aplicação

75 mL/ha, uma vez, no estádio V3.

Nutrientes

Carbono orgânico, nitrogênio, boro e zinco na mesma fórmula, com as Carbon Dots 1 e 2.

Pesquisa

Tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida.

Modo de Ação

Como o KrillMax funciona: da aplicação na folha à formação das espigas, em duas etapas.

❯Modo de ação do KrillMax

Mecanismos descritos pela Krilltech com base em sua pesquisa (folheto KrillMax v03).

Aplicação e absorção
1Aplicação do KrillMax via foliar.
2Absorção e translocação na planta e chegada à célula.
Ilustração: Aplicação e absorção
Carbon Dots 1 e 2 entrando pela folha do milho. Ilustração esquemática, fora de escala.
01Mecanismos bioquímicos (etapa 1)
1Ativação da PEPCase nas folhas.
2Ativação da RuBisCo nas folhas.
3Ativação de enzimas antioxidantes.

Mais fotossíntese Espigas Produtividade

Ilustração: Mecanismos bioquímicos (etapa 1)
Enzimas da fotossíntese. Ilustração esquemática, fora de escala.
02Mecanismos fisiológicos (etapa 2)
1Aumento da síntese de carboidratos.
2Melhora a relação fonte-dreno.
3Melhora a formação das espigas e, consequentemente, a produtividade.

Aumento da síntese de carboidrato Melhora da relação fonte-dreno Melhora da formação das espigas Produtividade

Ilustração: Mecanismos fisiológicos (etapa 2)
Ilustração esquemática, fora de escala.
Programa de uso: milho e sorgo

Dose: 75 mL por aplicação, por hectare, em V3.

Calda: a Krilltech não relata incompatibilidade de tanque; ainda assim, faça o teste de mistura e avalie as associações com outros insumos junto com o engenheiro agrônomo.

Ilustração: Programa de uso: milho e sorgo
Estádios do milho, com a aplicação em V3. Ilustração esquemática, fora de escala.

Mecanismos descritos pela Krilltech com base em sua pesquisa (folheto KrillMax v03).

❯Programa de uso

Uma aplicação foliar de 75 mL/ha no estádio V3. Agite antes de usar e misture bem na calda. Antes de misturar com outros insumos, avalie a compatibilidade com o engenheiro agrônomo.

V3 (milho e sorgo)

75 mL/ha, via foliar, aplicação única

Sinalizadores fisiológicos Krilltech

Resultados de campo

Ensaios de campo com KrillMax comparados a áreas sem aplicação. Escala dos gráficos a partir de zero.

❯O que mais foi medido

Massa de mil grãos

Massa de mil grãos

g

237,2

Controle

264,2

KrillMax

Massa de mil grãos, milho safrinha P3858 PWU, Rio Verde (GO), 2024: 264,22 g com KrillMax 75 mL/ha em V3, contra 237,19 g na testemunha (Scott-Knott a 5%). A produtividade deste ensaio não teve diferença estatística.

Massa de mil grãos

g

330,9

Controle

353,2

KrillMax

Massa de mil grãos, milho LG 36780, Riachão das Neves (BA), 2024: 353,19 g contra 330,87 g (teste de Duncan a 10%). A produtividade deste ensaio não teve diferença estatística.

❯Resultados em campo

Milho safrinha · Safrinha 2024

Diamantino (MT)

 Controle KrillMax

143,8

Controle

167

+23,2 sc/ha

KrillMax

sc/ha (60 kg)

+23,2

sc/ha (+16,1%) em relação ao controle

Safra

Safrinha 2024 (semeadura 29/02/2024, aplicação 14/03/2024)

Tratamento

KrillMax (testado como KT 03/23) 75 mL/ha em V3

Estatística

Blocos casualizados, 4 repetições; Scott-Knott 5%: 143,8 b x 167,0 a; CV 7,87%

Milho safrinha KWS 7510, Diamantino (MT), 2024: 167,0 sc/ha (sacas de 60 kg) com KrillMax 75 mL/ha em V3, contra 143,8 sc/ha na testemunha: +23,2 sc/ha (+16,1%). Blocos casualizados, 4 repetições, diferença significativa (Scott-Knott a 5%).

Milho safrinha · Safrinha 2024

Diamantino (MT)

 Controle KrillMax

144,8

Controle

166,7

+21,9 sc/ha

KrillMax

sc/ha (60 kg)

+21,9

sc/ha (+15,1%) em relação ao controle

Safra

Safrinha 2024 (semeadura 22/02/2024, aplicação 13/03/2024)

Tratamento

KrillMax (KT 03/23) 75 mL/ha em V3

Estatística

Blocos casualizados, 4 repetições; Tukey 5%: 8.687,0 c x 10.003,5 ab kg/ha; CV 2,4%

Milho safrinha K 9606 VIP3, Diamantino (MT), 2024: 10.003,5 kg/ha (166,7 sc/ha) com KrillMax 75 mL/ha em V3, contra 8.687,0 kg/ha (144,8 sc/ha) na testemunha: +21,9 sc/ha (+15,1%). Blocos casualizados, 4 repetições, diferença significativa (Tukey a 5%).

EnsaioTratamentoControleKrillMaxGanho
Milho safrinha (KWS 7510) · Diamantino (MT) · Safrinha 2024 (semeadura 29/02/2024, aplicação 14/03/2024)KrillMax (testado como KT 03/23) 75 mL/ha em V3143,8 sc/ha167,0 sc/ha+23,2 sc/ha
Milho safrinha (K 9606 VIP3) · Diamantino (MT) · Safrinha 2024 (semeadura 22/02/2024, aplicação 13/03/2024)KrillMax (KT 03/23) 75 mL/ha em V3144,8 sc/ha (8.687,0 kg/ha)166,7 sc/ha (10.003,5 kg/ha)+21,9 sc/ha

Resultados obtidos nas condições de cada ensaio, com o produto na dose e no momento descritos. Podem variar conforme clima, solo e manejo. Mostramos ensaios com relatório completo e diferença estatística sobre a testemunha; há outros ensaios com estes produtos em que o ganho foi menor ou não teve diferença estatística.

Recomendações de uso

CulturaDoseVia e momentoNº de aplicações
Milho75 mL/haFoliar, em V31
Sorgo75 mL/haFoliar, em V31

Via: Pulverização foliar. Agite antes de usar, misture bem na calda de aplicação e use equipamento de proteção individual (EPI).

Calda: a Krilltech não relata incompatibilidade de tanque; ainda assim, faça o teste de mistura e avalie as associações com outros insumos junto com o engenheiro agrônomo.

Recomendações técnicas da Krilltech (folheto KrillMax v03). Consulte um engenheiro agrônomo e leia o rótulo antes de usar.

Depoimentos de Agricultores

Em breve, vídeos de produtores que usam o KrillMax.

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KrillSet

Sinalizadores Fisiológicos

KrillSet

1 L, 5 L

Sinalizador fisiológico
Citros
Carbon Dots 1 e 3
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Sinalizadores Fisiológicos

KrillBloom

1 L, 5 L

Algodão
Via foliar
3 a 4 aplicações
Saiba mais
Krilltech
KrillGrowth

Sinalizadores Fisiológicos

KrillGrowth

1 L, 5 L

Cana-de-açúcar
Via solo
Plantio ou soqueira
Saiba mais
Sinalizador Fisiológico

KrillBloom

Fertilizante organomineral foliar com Carbon Dots 1 e 3 para o algodão, em 3 a 4 aplicações de 100 mL/ha a partir dos 40 dias após a emergência.

Produtividade

Atua em mecanismos primordiais para mais produtividade no algodão

Dois Carbon Dots

Carbon Dots 1 e 3 da tecnologia KrillA32, aplicadas na folha

3 ou 4 aplicações

Aos 40, 55 e 70 DAE; a 4ª, aos 100 DAE, conforme o ciclo e o clima

Embalagem do KrillBloom

Descrição do Produto

❯O que é o KrillBloom

O KrillBloom é um fertilizante organomineral classe A para aplicação foliar no algodão. Leva as Carbon Dots 1 e 3, com nitrogênio e fósforo solúveis em água e carbono orgânico. São 3 a 4 aplicações de 100 mL/ha, a primeira aos 40 dias após a emergência.

❯Tecnologia KrillA32

As Carbon Dots são nanopartículas de carbono obtidas pela tecnologia KrillA32, a partir de fontes de carbono de alta pureza. No KrillBloom, entram a 1 e a 3. O produto contém tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida. Não é hormônio, aminoácido nem extrato de algas.

Carbon Dots da tecnologia Krilltech
Carbon Dot 1 e Carbon Dot 3, da tecnologia KrillA32 (representação gráfica da Krilltech).

❯O que os ensaios mostram

Em Barreiras (BA), safra 2023/24, com quatro aplicações contadas a partir do plantio (cerca de 32 a 92 dias após a emergência), a produtividade foi 81 arrobas por hectare maior que a da testemunha (Scott-Knott a 10%); com três aplicações, não houve diferença. Foi o único dos oito ensaios de KrillBloom com relatório em que a produtividade teve diferença estatística. A aba de resultados mostra o ensaio com essas ressalvas.

❯Atributos e benefícios

AtributosBenefícios
Carbon Dots 1 e 3 (KrillA32)
  • Atua em mecanismos primordiais para promover maior produtividade no algodão
Produtividade com 4 aplicações
  • +81,1 @/ha de algodão em caroço (+23,1%) num ensaio em Barreiras (BA), com 4 aplicações contadas a partir do plantio (Scott-Knott a 10%); foi o único com diferença entre oito ensaios com relatório
Nitrogênio, fósforo e carbono orgânico
  • Nutrientes solúveis em água na mesma fórmula das Carbon Dots

❯Ficha técnica

ItemInformação
ClassificaçãoFertilizante organomineral classe A para aplicação via foliar
Registro MAPADF 000578-9.000001
Vias de aplicaçãoFoliar
Densidade1,20 g/mL (20 °C)
Natureza físicaFluido em suspensão
TecnologiaKrillA32: Carbon Dot 1 e Carbon Dot 3
Prazo de validade24 meses a partir da data de fabricação
ArmazenamentoProteger a embalagem e conservar em local seco, fresco e protegido da luz solar. Evite guardar a embalagem aberta.
Garantia% p/pg/L
Nitrogênio (N) solúvel em água6%72 g/L
Carbono orgânico total11%132 g/L
Fósforo (P₂O₅) solúvel em água1%12 g/L

Composição: água, ureia, sulfato de magnésio, ácido cítrico, fosfato monoamônico (MAP), Carbon Dot 1 (200 g/L em suspensão aquosa) e Carbon Dot 3 (200 g/L em suspensão aquosa).

KrillBloom · Fertilizante organomineral classe A para aplicação via foliar · Registro MAPA nº DF 000578-9.000001. Leia o rótulo antes de usar, use equipamento de proteção individual (EPI) e não reutilize a embalagem. Siga a recomendação de um engenheiro agrônomo.

Benefícios

KrillA32

Fontes de carbono de alta pureza convertidas em Carbon Dots para uso foliar.

Produtividade

Atua em mecanismos primordiais para promover maior produtividade no algodão.

Programa

100 mL/ha por aplicação, de 3 a 4 vezes: aos 40, 55, 70 e 100 DAE.

Nutrientes

Nitrogênio e fósforo solúveis em água e carbono orgânico, com as Carbon Dots 1 e 3.

Pesquisa

Tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida.

Modo de Ação

Do posicionamento no algodoeiro à emissão de estruturas reprodutivas, o modo de ação do KrillBloom em duas etapas.

❯Modo de ação do KrillBloom

Mecanismos descritos pela Krilltech com base em sua pesquisa (folheto KrillBloom v02).

Posicionamento do produto

Para plantio em segunda safra, recomenda-se a primeira aplicação aos 40 DAE (dias após a emergência) e outras 2 aplicações sequenciais, num intervalo de 15 dias cada.

Para variedades de ciclo longo e plantadas na melhor época de plantio de cada região, recomenda-se uma 4ª aplicação aos 100 DAE para resultados superiores.

Em caso de plantios tardios, não se recomenda a 4ª aplicação do produto.

Ilustração: Posicionamento do produto
Fenologia do algodoeiro. Ilustração esquemática, fora de escala.
Modo de ação do produto

Após aplicado, o produto é absorvido via estômatos, poros e fissuras das folhas, translocando-se rapidamente por toda a planta. Nesse momento, inicia-se a sinalização de mecanismos bioquímicos e fisiológicos.

Ilustração: Modo de ação do produto
Carbon Dots 1 e 3 entrando pela folha. Ilustração esquemática, fora de escala.
01Mecanismos bioquímicos
1.1Carbon Dot 1

A Carbon Dot 1 ativa a Rubisco nas folhas, enzima responsável pela fixação de carbono durante a fotossíntese, e consequentemente aumenta a produção e a translocação de açúcares. Com mais energia, a planta promove um aumento da ativação das enzimas antioxidantes catalase (CAT), superóxido dismutase (SOD) e ascorbato peroxidase (APX), responsáveis pela eliminação de radicais livres.

Ilustração: Carbon Dot 1
Rubisco, enzima da fixação de carbono. Ilustração esquemática, fora de escala.
1.2Carbon Dot 3

A Carbon Dot 3 ativa a enzima redutase do nitrato, responsável pela assimilação de nitrogênio pela célula.

Ilustração: Carbon Dot 3
Assimilação de nitrogênio na célula. Ilustração esquemática, fora de escala.
02Mecanismos fisiológicos
2.1Nitrogênio

Ocorre o aumento dos níveis de nitrogênio na planta, beneficiando a síntese de aminoácidos, polipeptídeos e proteínas.

Absorção de nitrato pelas raízes Atividade da redutase do nitrato NH4+ Ação da glutamina sintetase Glutamina Proteína e polipeptídeos

Ilustração: Nitrogênio
Ilustração esquemática, fora de escala.
2.2Estruturas reprodutivas

Ocorre a melhoria dos componentes de produção da cultura e o aumento da emissão de estruturas reprodutivas (flores, maçãs e capulhos).

Ilustração: Estruturas reprodutivas
Ilustração esquemática, fora de escala.

Mecanismos descritos pela Krilltech com base em sua pesquisa (folheto KrillBloom v02).

❯Programa de uso

3 a 4 aplicações foliares de 100 mL/ha. Avalie a necessidade da 4ª aplicação de acordo com a duração do ciclo da cultivar e as condições climáticas, junto com o engenheiro agrônomo. Agite antes de usar e misture bem na calda.

1ª aplicação

40 DAE

2ª aplicação

55 DAE

3ª aplicação

70 DAE

4ª aplicação (conforme ciclo e clima)

100 DAE

Sinalizadores fisiológicos Krilltech

Resultados de campo

Ensaios de campo com KrillBloom comparados a áreas sem aplicação. Escala dos gráficos a partir de zero.

❯O que mais foi medido

Nós produtivos

Número de nós produtivos aos 170 dias

nós por planta

9,50

Controle

11

KrillBloom

Nós produtivos aos 170 dias, algodão FM 911 GLTP, Barreiras (BA), 2023/24: 11,0 por planta com KrillBloom, com 3 ou 4 aplicações contadas a partir do plantio, contra 9,5 na testemunha (Scott-Knott a 10%). Com 3 aplicações, a produtividade não teve diferença.

❯Resultados em campo

Algodão · 2023/24

Barreiras (BA)

 Controle KrillBloom

350,5

Controle

431,6

+81,1 @/ha de algodão em caroço

KrillBloom

@/ha de algodão em caroço

+81,1

@/ha de algodão em caroço (+23,1%) em relação ao controle

Safra

2023/24 (plantio 04/02/2024)

Tratamento

KrillBloom (testado como KT 02/23) 100 mL/ha, 4 aplicações aos 40, 55, 70 e 100 dias após o plantio (cerca de 32 a 92 DAE)

Estatística

Blocos casualizados, 5 tratamentos, 4 repetições; Scott-Knott 10%: 350,51 b x 431,60 a; CV 8,21%. Com 3 aplicações: 368,89 @/ha, sem diferença

Algodão FM 911 GLTP, Barreiras (BA), safra 2023/24: 431,60 @/ha de algodão em caroço com KrillBloom 100 mL/ha em 4 aplicações (aos 40, 55, 70 e 100 dias após o plantio, cerca de 32 a 92 dias após a emergência), contra 350,51 @/ha na testemunha: +81,1 @/ha (+23,1%). Blocos casualizados, 4 repetições, diferença significativa (Scott-Knott a 10%). Com 3 aplicações não houve diferença. Entre os oito ensaios de KrillBloom com relatório (2022 a 2024), este foi o único com diferença estatística.

EnsaioTratamentoControleKrillBloomGanho
Algodão (FM 911 GLTP) · Barreiras (BA) · 2023/24 (plantio 04/02/2024)KrillBloom (testado como KT 02/23) 100 mL/ha, 4 aplicações aos 40, 55, 70 e 100 dias após o plantio (cerca de 32 a 92 DAE)350,51 @/ha de algodão em caroço (5.257,65 kg/ha)431,60 @/ha de algodão em caroço (6.474,00 kg/ha)+81,09 @/ha

Resultados obtidos nas condições de cada ensaio, com o produto na dose e no momento descritos. Podem variar conforme clima, solo e manejo. Mostramos ensaios com relatório completo e diferença estatística sobre a testemunha; há outros ensaios com estes produtos em que o ganho foi menor ou não teve diferença estatística.

Recomendações de uso

CulturaDoseVia e momentoNº de aplicações
Algodão100 mL/haFoliar: 1ª aos 40 DAE; demais aos 55, 70 e 100 DAE3 a 4

Via: Pulverização foliar. Agite antes de usar, misture bem na calda de aplicação e use equipamento de proteção individual (EPI).

Para plantio em segunda safra, a 1ª aplicação vai aos 40 DAE e outras 2 aplicações seguem em intervalos de 15 dias. Para variedades de ciclo longo plantadas na melhor época de cada região, recomenda-se uma 4ª aplicação aos 100 DAE. Em plantios tardios, não se recomenda a 4ª aplicação. DAE: dias após a emergência.

Recomendações técnicas da Krilltech (folheto KrillBloom v02). Consulte um engenheiro agrônomo e leia o rótulo antes de usar.

Depoimentos de Agricultores

Em breve, vídeos de produtores que usam o KrillBloom.

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Carbon Dots 1 e 3
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Milho e sorgo
Via foliar
Uma aplicação em V3
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Cana-de-açúcar
Via solo
Plantio ou soqueira
Saiba mais
Sinalizador Fisiológico

KrillGrowth

Fertilizante organomineral com Carbon Dots 1 e 2 para a cana-de-açúcar, aplicado no sulco de plantio ou no corte de soqueira.

Perfilhamento

Promove o incremento do perfilhamento na cana-de-açúcar

Dois Carbon Dots

Carbon Dots 1 e 2 da tecnologia KrillA32, aplicadas via solo

No plantio ou soca

Uma aplicação no sulco de plantio ou no corte de soqueira

Embalagem do KrillGrowth

Descrição do Produto

❯O que é o KrillGrowth

O KrillGrowth é um fertilizante organomineral classe A para aplicação via solo na cana-de-açúcar. Vai uma vez por ciclo, 150 mL/ha, no sulco de plantio ou no corte de soqueira. O uso do produto promove o incremento do perfilhamento, do enraizamento e do diâmetro de colmos.

Ilustração: KrillGrowth
Segundo o rótulo, o KrillGrowth promove o incremento do perfilhamento, do enraizamento e do diâmetro de colmos.

❯Tecnologia KrillA32

As Carbon Dots 1 e 2 são nanopartículas de carbono obtidas pela tecnologia KrillA32, a partir de fontes de carbono de alta pureza. O produto contém tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida. Não é hormônio, aminoácido nem extrato de algas.

Carbon Dots da tecnologia Krilltech
Carbon Dot 1 e Carbon Dot 2, da tecnologia KrillA32 (representação gráfica da Krilltech).

❯O que os ensaios mostram

Num ensaio em soqueira de 3º corte em Tupaciguara (MG), safra 2024/25, a área tratada teve 11,7 perfilhos por metro aos 89 dias, contra 8,1 sem o produto (diferença estatística, teste a 10%); a produtividade de colmos não teve diferença. Num ensaio em cana-planta em Pirajuba (MG), foram 10,7 t/ha a mais de colmos (diferença estatística, teste a 10%), sem mudança no perfilhamento. Outros ensaios tiveram ganho menor ou sem diferença, e a aba de resultados avisa.

❯Atributos e benefícios

AtributosBenefícios
Carbon Dots 1 e 2 (KrillA32), via solo
  • Promove o incremento do perfilhamento, do enraizamento e do diâmetro de colmos na cana-de-açúcar
Perfilhamento
  • 11,7 contra 8,1 perfilhos por metro aos 89 dias, num ensaio em cana-soca (teste a 10%); na cana-planta, o perfilhamento não mudou
Produtividade de colmos e açúcar
  • +10,7 t/ha de colmos e +1,5 t/ha de açúcar num ensaio em cana-planta (teste a 10%); na soqueira, a produtividade não teve diferença
Uma aplicação por ciclo
  • Entra na operação de plantio ou logo após o corte

❯Ficha técnica

ItemInformação
ClassificaçãoFertilizante organomineral classe A para aplicação via solo
Registro MAPADF 000578-9.000002
Vias de aplicaçãoSolo (sulco de plantio ou corte de soqueira)
Densidade1,18 g/mL (20 °C)
Natureza físicaFluido em suspensão
TecnologiaKrillA32: Carbon Dot 1 e Carbon Dot 2
Prazo de validade24 meses a partir da data de fabricação
ArmazenamentoProteger a embalagem e conservar em local seco, fresco e protegido da luz solar. Evite guardar a embalagem aberta.

KrillGrowth · Fertilizante organomineral classe A para aplicação via solo · Registro MAPA nº DF 000578-9.000002. Leia o rótulo antes de usar, use equipamento de proteção individual (EPI) e não reutilize a embalagem. Siga a recomendação de um engenheiro agrônomo.

Benefícios

KrillA32

Fontes de carbono de alta pureza convertidas em nanopartículas para uso via solo.

Perfilhamento

Incremento do perfilhamento na cana-de-açúcar.

Enraizamento

Incremento do enraizamento na cana-de-açúcar.

Colmos

Incremento do diâmetro de colmos na cana-de-açúcar.

Uma aplicação

150 mL/ha, no sulco de plantio ou no corte de soqueira.

Pesquisa

Tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida.

Modo de Ação

Do sulco de plantio ao potencial genético da cana, o modo de ação do KrillGrowth em quatro momentos.

❯Modo de ação do KrillGrowth

Mecanismos descritos pela Krilltech com base em sua pesquisa (folheto KrillGrowth v04).

Recomendações de uso

Aplicação do KrillGrowth no sulco de plantio: 150 mL/ha.

O KrillGrowth é absorvido pelas microfissuras presentes nos toletes e nas mudas, pelo colmo e pelas raízes.

Ilustração: Recomendações de uso
Aplicação sobre os toletes, no sulco de plantio. Ilustração esquemática, fora de escala.
Translocação

O produto é rapidamente translocado por todas as partes da planta e dá início à sinalização para ativação de processos metabólicos específicos.

Devido ao tamanho nanométrico (aproximadamente 5 nanômetros), o produto consegue translocar rapidamente por toda a planta. Nas células, as Carbon Dots 1 e 2 iniciam o processo de sinalização de processos metabólicos primários e secundários específicos.

Citrato sintase 6-fosfato desidrogenase Ativação de SuSy e invertases ATP (energia) Sacarose

Ilustração: Translocação
Célula vegetal. Ilustração esquemática, fora de escala.
Ativação de processos

Nesse momento, 3 processos fisiológicos são ativados simultaneamente na planta, proporcionando benefícios distintos.

Processos fisiológicos
.01Proteção e açúcares

Atua na proteção do sistema fotossintético das plantas. As enzimas invertase e SuSy quebram a sacarose em glicose e frutose.

Ilustração: Proteção e açúcares
Ilustração esquemática, fora de escala.
.02Atuação na fotossíntese

O KrillGrowth ativa a Rubisco nas folhas, enzima responsável pela fixação de carbono durante a fotossíntese, e consequentemente promove o aumento da produção e da translocação de açúcares.

Citrato sintase ATP H+ ATPase B Mn S Zn

Ilustração: Atuação na fotossíntese
Rubisco, enzima da fixação de carbono. Ilustração esquemática, fora de escala.
.03Imunoproteção de plantas

Promove a ativação das enzimas antioxidantes responsáveis pela eliminação de radicais livres gerados por estresses ambientais.

Ilustração: Imunoproteção de plantas
Estresses ambientais (abióticos). Ilustração esquemática, fora de escala.
Equilíbrio entre parte aérea e raízes

Auxina: produzida na parte aérea, translocando-se para as raízes. Citocinina: produzida nas raízes, translocando-se para as folhas (hormônios da própria planta; o produto não contém hormônio).

Ilustração: Equilíbrio entre parte aérea e raízes
Ilustração esquemática, fora de escala.
Potencial genético

Com aumento na disponibilidade de açúcares simples, ATP e maior equilíbrio hormonal da própria planta, temos uma planta apta, em função do seu potencial genético, a produzir uma maior quantidade de perfilhos, aumento do diâmetro dos colmos e aumento da altura das plantas. O aumento da quantidade de raízes também é uma característica observada nas plantas.

Esses atributos, associados a outras práticas de manejo, potencializarão a planta a expressar melhor todo o seu potencial genético e, consequentemente, a produtividade.

Ilustração: Potencial genético
Ilustração esquemática, fora de escala.

Mecanismos descritos pela Krilltech com base em sua pesquisa (folheto KrillGrowth v04).

❯Programa de uso

Uma aplicação por ciclo, via solo, de 150 mL/ha. Agite antes de usar e misture bem na calda.

Cana-planta

No plantio: jato dirigido sobre os toletes, no sulco

Cana-soca

No corte de soqueira: sobre a linha de brotação

Sinalizadores fisiológicos Krilltech

Resultados de campo

Ensaios de campo com KrillGrowth comparados a áreas sem aplicação. Escala dos gráficos a partir de zero.

❯O que mais foi medido

Perfilhamento

Número de perfilhos por metro linear, aos 89 dias

perfilhos/m

8,10

Controle

11,70

KrillGrowth

Cana-soca de 3º corte RB 855453, Tupaciguara (MG), 2024/25: 11,7 perfilhos por metro com KrillGrowth 150 mL/ha sobre a linha da soqueira, contra 8,1 na testemunha, aos 89 dias: +3,6 perfilhos/m. Blocos casualizados, 4 repetições, diferença significativa (Tukey a 10%). Na produtividade de colmos não houve diferença estatística.

❯Resultados em campo

Cana-planta · 2024/25

Pirajuba (MG)

 Controle KrillGrowth

148,2

Controle

158,9

+10,7 t/ha

KrillGrowth

t/ha de colmos (TCH)

+10,7

t/ha (+7,2%) em relação ao controle

Safra

2024/25 (instalação 19/04/2024, colheita abr/2025)

Tratamento

KrillGrowth (testado como KT 01/23) 150 mL/ha em jato dirigido sobre os toletes, no sulco de plantio

Estatística

Blocos casualizados, 4 repetições; Scott-Knott 10%: 148,2 b x 158,9 a; CV 6,6%

Cana-planta RB 127825, Pirajuba (MG), 2024/25: 158,9 t/ha de colmos com KrillGrowth 150 mL/ha sobre os toletes no sulco de plantio, contra 148,2 t/ha na testemunha: +10,7 t/ha (+7,2%). Blocos casualizados, 4 repetições, diferença significativa (Scott-Knott a 10%).

Cana-soca, 3º corte · 2024/25

Tupaciguara (MG)

 Controle KrillGrowth

8,10

Controle

11,70

+3,6 perfilhos por metro

KrillGrowth

perfilhos por metro, aos 89 dias após a aplicação

+3,6

perfilhos por metro (+44,4%) em relação ao controle

Safra

2024/25 (instalação 07/06/2024, colheita mar/2025)

Tratamento

KrillGrowth (KT 01/23) 150 mL/ha sobre a linha de brotação da soqueira

Estatística

Blocos casualizados, 4 repetições; Tukey 10%: 8,1 b x 11,7 a. Em TCH (107,6 x 134,7 t/ha) não houve diferença

Cana-soca de 3º corte RB 855453, Tupaciguara (MG), 2024/25: 11,7 perfilhos por metro com KrillGrowth 150 mL/ha sobre a linha da soqueira, contra 8,1 na testemunha, aos 89 dias: +3,6 perfilhos/m. Blocos casualizados, 4 repetições, diferença significativa (Tukey a 10%). Na produtividade de colmos não houve diferença estatística.

EnsaioTratamentoControleKrillGrowthGanho
Cana-planta (RB 127825) · Pirajuba (MG) · 2024/25 (instalação 19/04/2024, colheita abr/2025)KrillGrowth (testado como KT 01/23) 150 mL/ha em jato dirigido sobre os toletes, no sulco de plantio148,2 t/ha158,9 t/ha+10,7 t/ha; TAH 15,9 x 17,4 t/ha (+1,5)
Cana-soca, 3º corte (RB 855453) · Tupaciguara (MG) · 2024/25 (instalação 07/06/2024, colheita mar/2025)KrillGrowth (KT 01/23) 150 mL/ha sobre a linha de brotação da soqueira8,1 perfilhos por metro11,7 perfilhos por metro+3,6 perfilhos/m

Resultados obtidos nas condições de cada ensaio, com o produto na dose e no momento descritos. Podem variar conforme clima, solo e manejo. Mostramos ensaios com relatório completo e diferença estatística sobre a testemunha; há outros ensaios com estes produtos em que o ganho foi menor ou não teve diferença estatística.

Recomendações de uso

CulturaDoseVia e momentoNº de aplicações
Cana-de-açúcar150 mL/haSolo: sulco de plantio ou corte de soqueira1 (no plantio ou no corte de soqueira)

Via: Aplicação no solo, no sulco de plantio ou no corte de soqueira. Agite antes de usar, misture bem na calda de aplicação e use equipamento de proteção individual (EPI).

O rótulo indica uma única aplicação por ciclo: no plantio (cana-planta) ou no corte de soqueira (cana-soca).

Recomendações técnicas da Krilltech (folheto KrillGrowth v04). Consulte um engenheiro agrônomo e leia o rótulo antes de usar.

Depoimentos de Agricultores

Em breve, vídeos de produtores que usam o KrillGrowth.

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Milho e sorgo
Via foliar
Uma aplicação em V3
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1 L, 5 L

Algodão
Via foliar
3 a 4 aplicações
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Arbolina®

Fertilizante foliar com Carbon Dot 1, que fornece nitrogênio e carbono à planta de maneira eficiente.

Carbon Dot 1

Nanopartícula de carbono de 3 a 5 nm que entra pela folha

N e carbono

Fornece nitrogênio e carbono à planta de maneira eficiente

Desempenho

Incremento das performances produtiva e qualitativa das lavouras

Embalagem do Arbolina®

Descrição do Produto

❯O que é a Arbolina®

A Arbolina® é um fertilizante organomineral classe A para aplicação foliar, feito com o Carbon Dot 1, uma nanoestrutura de carbono de 3 a 5 nanômetros obtida de fontes de carbono de alta pureza. As partículas fornecem nitrogênio e carbono de maneira eficiente e promovem o incremento das performances produtiva e qualitativa dos cultivos. Há recomendações para 27 culturas, de grãos e café a hortaliças e frutíferas, e dois posicionamentos na soja, conforme o clima da safra.

❯A tecnologia Carbon Dot

Carbon Dots são nanoestruturas de carbono; o Carbon Dot 1 tem de 3 a 5 nm. A tecnologia KrillA32 usa engenharia de superfície para construir essas partículas, e cada produto da linha Krilltech leva um ou mais Carbon Dots. A Arbolina® foi o primeiro produto a usar o Carbon Dot 1. Contém tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida.

Carbon Dots da tecnologia Krilltech
Carbon Dot 1, nanoestrutura de carbono da tecnologia KrillA32 (representação gráfica da Krilltech).

❯Composição

Na fórmula da Arbolina® vão água, ácido cítrico, ureia e as partículas de Carbon Dot 1 em suspensão, como declara o rótulo. Não há hormônio, aminoácido nem extrato de algas na composição.

❯Condições de uso

A lavoura precisa de manejo nutricional adequado à cultura. Em estresse hídrico ou térmico extremo o desempenho pode cair; nessas condições, avalie a aplicação com um engenheiro agrônomo.

❯Atributos e benefícios

AtributosBenefícios
Carbon Dot 1, de 3 a 5 nm
  • Entra na folha pelos estômatos, poros e fissuras
  • Chega ao interior das células
Partículas bioativadas com grande área superficial
  • Fornecem nitrogênio e carbono de maneira eficiente
4% de N solúvel em água e 10% de carbono orgânico total
  • Nitrogênio e carbono na mesma aplicação foliar
Uso em 27 culturas
  • Incremento das performances produtiva e qualitativa
  • Ganho de produtividade com diferença estatística em parte dos ensaios de soja e café (ver Resultados)
Dose de 50 a 150 mL/ha, conforme a cultura
  • Pouco volume por hectare, diluído na calda de aplicação
  • Na soja, dose e momento definidos pelo clima da safra

❯Ficha técnica

ItemInformação
ClassificaçãoFertilizante organomineral classe A para aplicação foliar
Registro MAPADF 000578-9.000003
Vias de aplicaçãoFoliar
Densidade1,19 g/mL (20 °C)
Natureza físicaFluido em suspensão
TecnologiaCarbon Dot 1 (nanoestruturas de carbono de 3 a 5 nm). Tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, patente requerida.
Prazo de validade24 meses a partir da data de fabricação (vide embalagem)
ArmazenamentoArmazene em local seco e ventilado. Evite guardar a embalagem aberta.
Garantia% p/pg/L
Nitrogênio (N) solúvel em água447,6
Carbono orgânico total (COT)10119

Composição: água, ácido cítrico, ureia e Arbolina (400 g/L em suspensão aquosa). Maior relação soluto/solvente: 1,0 mL/L. Não se enquadra na portaria de transporte de produtos perigosos.

Arbolina® · Fertilizante organomineral classe A para aplicação foliar · Registro MAPA nº DF 000578-9.000003. Leia o rótulo antes de usar, use equipamento de proteção individual (EPI) e não reutilize a embalagem. Siga a recomendação de um engenheiro agrônomo.

Benefícios

Nutrientes

N e carbono fornecidos de maneira eficiente, por partículas bioativadas com grande área superficial.

Desempenho

Incremento das performances produtiva e qualitativa dos cultivos agrícolas.

Carbon Dot

Nanoestrutura de carbono de 3 a 5 nm, obtida de fontes de carbono de alta pureza.

Pesquisa

Tecnologia UnB, Embrapa e Krilltech, com patente requerida.

Dose baixa

De 50 a 150 mL/ha por aplicação, conforme a cultura.

Modo de Ação

Da entrada na folha à resposta da planta, o modo de ação da Arbolina® passa por cinco etapas.

❯Modo de ação da Arbolina®

01Aplicação

A época, o número de aplicações e as doses variam de acordo com cada cultura. Veja a tabela na aba Recomendações de uso.

Depois de aplicada, a Arbolina®, pelo tamanho nanométrico (de 3 a 5 nm), é facilmente absorvida pelos estômatos, poros e fissuras das folhas e rapidamente translocada pela planta, chegando ao interior da célula.

Ilustração: Aplicação
O Carbon Dot 1, de 3 a 5 nm, entra na folha pelos estômatos, poros e fissuras. Ilustração esquemática, fora de escala.
02Atuação nos fotossistemas II e I

Ao chegar no interior das células, o Carbon Dot 1 presente na formulação da Arbolina® amplia a capacidade de recepção de luz: absorve luz ultravioleta e a converte em luz azul. Isso aumenta a eficiência dos fotossistemas II e I (PSII e PSI) durante a fotossíntese e, em consequência, a produção de açúcares e prótons (H+).

Ilustração: Atuação nos fotossistemas II e I
Cloroplasto, onde ocorre a fotossíntese. Ilustração esquemática, fora de escala.
03Ciclo de Krebs

A maior quantidade de açúcares alimenta o ciclo de Krebs, otimizando a produção de energia (ATP) e ativando inúmeras enzimas e genes na planta.

Ilustração: Ciclo de Krebs
Mitocôndria, onde acontece o ciclo de Krebs. Ilustração esquemática, fora de escala.
04Ativação de genes
4.aAtivação das H+-ATPases

A maior quantidade de ATP e prótons (H+) leva a uma maior ativação das enzimas H+-ATPases, responsáveis pela absorção de nutrientes e pelo desenvolvimento de raízes.

Ilustração: Ativação das H+-ATPases
Bombas de prótons na membrana e o sistema radicular. Ilustração esquemática, fora de escala.
4.bImunoproteção de plantas

Ocorre a ativação de genes da família AKR, responsáveis pela expressão de enzimas que promovem a eliminação de radicais livres decorrentes da ação de estresses ambientais.

Ilustração: Imunoproteção de plantas
Estresses ambientais (abióticos), como excesso de sol e de temperatura, seca e salinidade. Ilustração esquemática, fora de escala.
4.cMaior equilíbrio hormonal nas plantas

Ativa os genes SAURs, responsáveis pela produção endógena de hormônios da planta (hormônios da própria planta; a Arbolina® não contém hormônio).

Ilustração: Maior equilíbrio hormonal nas plantas
Sinalização entre a parte aérea e as raízes. Ilustração esquemática, fora de escala.
05Melhor desenvolvimento vegetativo e reprodutivo

Com mais energia e nutrientes disponíveis, a planta ativa os genes responsáveis por um melhor balanço hormonal, imunoproteção e desenvolvimento vegetativo e reprodutivo, aumentando assim a produtividade.

Ilustração: Melhor desenvolvimento vegetativo e reprodutivo
Ilustração esquemática, fora de escala.

Mecanismos descritos pela Krilltech com base em sua pesquisa (folheto Arbolina® v07.3).

Sinalizadores fisiológicos Krilltech

Resultados de campo

Ensaios de campo com Arbolina® comparados a áreas sem aplicação. Escala dos gráficos a partir de zero.

❯Resultados em campo

Soja · 2024/25

Cristalina (GO) · NEO 800

 Controle Arbolina

66,75

Controle

70,75

+4,0 sc/ha

Arbolina

sc/ha (60 kg)

+4,0

sc/ha (+6,0%) em relação ao controle

Safra

2024/25

Tratamento

Arbolina® 75 mL/ha em V4 + 75 mL/ha em R1

Estatística

Blocos casualizados, 4 tratamentos e 5 repetições. Testemunha 66,75 b x Arbolina 70,75 a, teste SNK a 10%, CV 2,7%. Dentro do Posicionamento 1 do folheto v07.3 (V3 a V6 e R1 a R3).

Soja · 2023/24

Rio Verde (GO) · Guepardo

 Controle Arbolina

70,44

Controle

88,72

+18,3 sc/ha

Arbolina

sc/ha (60 kg)

+18,3

sc/ha (+26,0%) em relação ao controle

Safra

2023/24

Tratamento

Arbolina® 75 mL/ha em V4 + 75 mL/ha em R1

Estatística

Blocos casualizados, 2 tratamentos e 4 repetições, parcelas de 27 m². 70,44 b x 88,72 a, Scott-Knott a 5%. Dentro do Posicionamento 1 do folheto v07.3 (V3 a V6 e R1 a R3).

Café arábica · Triênio 2024 a 2026

Estrela do Sul (MG) · IPR 100

 Controle Arbolina

36,74

Controle

40,44

+3,7 sc/ha

Arbolina

sc/ha (60 kg)

+3,7

sc/ha (+10,1%) em relação ao controle

Safra

Triênio 2024 a 2026

Tratamento

Arbolina® 100 mL/ha, 4 aplicações no ciclo, a cada 45 dias

Estatística

3 tratamentos e 7 repetições. Diferença na média do triênio e em 2026 (Scott-Knott a 5%); sem diferença em 2024 e 2025. O rótulo indica 4 aplicações, a 1ª na pré-florada e as demais a cada 30 dias.

Café arábica · Triênio 2024 a 2026

Estrela do Sul (MG) · IPR 100

 Controle Arbolina

36,74

Controle

42,75

+6,0 sc/ha

Arbolina

sc/ha (60 kg)

+6,0

sc/ha (+16,4%) em relação ao controle

Safra

Triênio 2024 a 2026

Tratamento

Arbolina® 100 mL/ha, 6 aplicações no ciclo, a cada 30 dias

Estatística

Mesmo ensaio. Diferença na média do triênio e em 2026 (Scott-Knott a 5%). São 2 aplicações a mais que as 4 do rótulo, que permite aumentar o número em perenes a critério do responsável técnico.

Café arábica · Biênio 2024/25 e 2025/26

Monte Carmelo (MG) · Mundo Novo 379-19 (irrigado)

 Controle Arbolina

55

Controle

58

+3,0 sc/ha

Arbolina

sc/ha (60 kg)

+3,0

sc/ha (+5,5%) em relação ao controle

Safra

Biênio 2024/25 e 2025/26

Tratamento

Arbolina® 100 mL/ha, 4 aplicações (pré-florada, pós-florada, novembro e dezembro)

Estatística

Blocos casualizados, 2 tratamentos e 10 repetições, 4 plantas úteis por parcela. Diferença em 2025/26 e no biênio (Scott-Knott a 5%), sem diferença em 2024/25. CV de 22,3% no biênio. A safra 2025/26 foi muito baixa (5 e 8 sc/ha). Aplicações na pré-florada, na pós-florada, em novembro e em dezembro; o rótulo indica 4 aplicações, a 1ª na pré-florada e as demais a cada 30 dias. Em 2025/26, a fração de grãos em peneira 17 e acima foi menor com Arbolina® (25% contra 32%, Scott-Knott a 5%).

EnsaioTratamentoControleArbolinaGanho
Soja · Cristalina (GO) · 2024/25Arbolina® 75 mL/ha em V4 + 75 mL/ha em R166,75 sc/ha70,75 sc/ha+4,0 sc/ha (+6,0%)
Soja · Rio Verde (GO) · 2023/24Arbolina® 75 mL/ha em V4 + 75 mL/ha em R170,44 sc/ha88,72 sc/ha+18,3 sc/ha (+26,0%)
Café arábica · Estrela do Sul (MG) · Triênio 2024 a 2026Arbolina® 100 mL/ha, 4 aplicações no ciclo, a cada 45 dias36,74 sc/ha40,44 sc/ha+3,7 sc/ha (+10,1%) na média do triênio
Café arábica · Estrela do Sul (MG) · Triênio 2024 a 2026Arbolina® 100 mL/ha, 6 aplicações no ciclo, a cada 30 dias36,74 sc/ha42,75 sc/ha+6,0 sc/ha (+16,4%) na média do triênio
Café arábica · Monte Carmelo (MG) · Biênio 2024/25 e 2025/26Arbolina® 100 mL/ha, 4 aplicações (pré-florada, pós-florada, novembro e dezembro)55 sc/ha58 sc/ha+3 sc/ha (+5,5%) na média do biênio

Resultados obtidos nas condições de cada ensaio, com o produto na dose e no momento descritos. Podem variar conforme clima, solo e manejo. Mostramos ensaios com relatório completo e diferença estatística sobre a testemunha; há outros ensaios com estes produtos em que o ganho foi menor ou não teve diferença estatística.

Recomendações de uso

❯Posicionamento técnico

CulturaDose por aplicação (mL/ha)Nº de aplicaçõesFases de aplicação
Alface1002 a 37, 21 e 36 DAT (a de 36 DAT, se necessário)
Alho10042 folhas, desmame, pós-diferenciação e 10 DAD
Amendoim75220-25 e 40-45 DAP
Arroz752V4 e R2
Atemoia1004Pré-florada; demais de 30 em 30 dias
Batata1003 a 41ª aplicação com 10% de área foliar; demais de 15 em 15 dias
Batata-doce100340, 55 e 70 DAP
Beterraba100330, 45 e 60 DAP
Brássicas50Até 6De 15 em 15 DAT
Cacau1005Pré-florada; demais de 30 em 30 dias
Café1004Pré-florada; demais de 30 em 30 dias
Cebola100415, 30, 45 e 60 DAP
Cenoura75415, 30, 45 e 60 DAP
Feijão752V3 e R5
Goiaba1004Pré-florescimento; demais de 30 em 30 dias
Maçã1005Plena florada; a cada 10 dias
Mamão1006Após a sexagem; demais de 30 em 30 dias
Manga1005Pré-florescimento; demais de 30 em 30 dias
Maracujá1003 a 4Pré-florescimento; demais de 30 em 30 dias
Melancia100315, 30 e 45 DAT
Melão6031ª aplicação no transplantio; demais aos 25 e 40 DAT
Morango (foliar)100IndeterminadoDe 15 em 15 dias
Pimentão (campo aberto)75520, 40, 60, 80 e 100 DAT
Pimentão (protegido)50Indeterminado20 DAT; demais de 20 em 20 dias
Soja · safra seca e quente752V3 a V6 e R1 a R3 (Posicionamento 1, veja abaixo)
Soja · safra chuvosa, amena e nublada1501R1/R3 (Posicionamento 2, veja abaixo)
Tomate (campo aberto)1004 a 615-20 DAT; demais de 15 em 15 dias
Tomate (protegido)100n (contínuo)20 DAT; demais de 20 em 20 dias
Tomate industrial100415, 30, 45 e 60 DAT
Trigo752Perfilhamento e emborrachamento
Uva de mesa100410 a 15 dias após a poda (início da brotação); demais de 20 em 20 dias

DAT: dias após o transplantio. DAP: dias após o plantio. DAD: dias após a diferenciação.

Observações

  • Por atuar diretamente no processo fotossintético, a Arbolina® pode reduzir a performance esperada se aplicada em condições extremas de estresses hídricos e térmicos. Recomendamos consultar um engenheiro agrônomo para avaliar seu uso nessas condições.
  • Como atua potencializando os processos fisiológicos da planta, é necessário que a planta receba um manejo nutricional adequado às necessidades da cultura.

❯Posicionamento na soja

Como atua diretamente no processo fotossintético, a Arbolina® tem sua dose e seu momento de aplicação na soja definidos pelo regime de chuvas, pela temperatura e pela nebulosidade esperados para a safra.

DOIS POSICIONAMENTOS, DE ACORDO COM O CLIMA DA SAFRA

POSICIONAMENTO 1

75 mL/ha

em V3/V6 e R1/R3

CARACTERÍSTICAS · SAFRA SECA E QUENTE

1Precipitação na média ou abaixo da média (abaixo de 1.000 mm acumulados ao longo do ciclo da soja); chuvas concentradas (50 mm ou mais, seguidos de veranicos acima de 15 dias); risco de estresse hídrico severo.
2Períodos com temperaturas elevadas (30 a 35 °C) e dias de elevada radiação.
3Baixa nebulosidade.
POSICIONAMENTO 2

150 mL/ha

em R1/R3

CARACTERÍSTICAS · SAFRA CHUVOSA, AMENA E NUBLADA

1Elevada precipitação (acima de 1.000 mm, bem distribuída ao longo do ciclo).
2Temperaturas amenas (médias de 20 a 25 °C).
3Dias com elevada nebulosidade (acima de 20 dias consecutivos, especialmente entre o plantio e V8, podendo se prolongar por mais de dois meses).

TABELA 1 · GUIA GERAL POR PADRÃO CLIMÁTICO (ENSO) E REGIÃO

PADRÃO CLIMÁTICOMapa do Brasil com a região Norte/Nordeste em destaque

Norte/Nordeste

(MATOPIBA)

Mapa do Brasil com a região Centro/Sudeste em destaque

Centro/Sudeste

(Cerrado)

Mapa do Brasil com a região Sul em destaque

Sul

(Pampas/SC/PR)

El Niño forte

POSICIONAMENTO 1

75 mL/ha

em V3/V6 e R1/R3

POSICIONAMENTO 1

75 mL/ha

em V3/V6 e R1/R3

POSICIONAMENTO 2

150 mL/ha

em R1/R3

Neutralidade, El Niño fraco e La Niña fraca

POSICIONAMENTO 1 · TODAS AS REGIÕES

75 mL/ha em V3-V6 e R1/R3

com flexibilização entre V3-V6, R1 e R3

La Niña forte

POSICIONAMENTO 2

150 mL/ha

em R1/R3

POSICIONAMENTO 2

150 mL/ha

em R1/R3

POSICIONAMENTO 1

75 mL/ha

em V3/V6 e R1/R3

A Tabela 1 serve como guia geral e direcionamento, que não se sobrepõe à observação local.

Observações

  • A Arbolina® pode reduzir a performance esperada se aplicada em condições extremas de déficit hídrico e estresse térmico.
  • Como atua potencializando os processos fisiológicos da planta, é necessário que a planta receba um manejo nutricional adequado às necessidades da cultura.
  • A decisão entre os posicionamentos 1 e 2 deve ser tomada de acordo com as observações climáticas da região.

Fonte: P&D Pré-Comercial Krilltech, instruções para posicionamento da Arbolina® na cultura da soja (Equipe de Pesquisa Agronômica, set/2026).

Via: aplicação foliar. Agite antes de usar e misture bem na calda.

Recomendações técnicas da Krilltech (folheto Arbolina® v07.3). Use equipamento de proteção individual (EPI). Consulte um engenheiro agrônomo e leia o rótulo antes de usar.

Depoimentos de Agricultores

Em breve, vídeos de produtores que usam o Arbolina®.

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